24.11.10

Às vezes escrevo sem pensar.
Eu gosto é de amar,
de amar o sentir.
De amar também o não saber entender o que nem sempre quero saber.
Eu gosto é de viver.
Viver e perder,
perder pra crer nas coisas que me avivam diariamente.
Ganhar até é bom,
mas só instantaneamente,
porque depois se torna sem graça.
Bom mesmo é ter a introspectiva de uma decepção,
uma perda,
uma dor.
Bom é se renovar.
Se sentir sem hora pra viver.
E saber que numa ação você pode até sofrer,
se arrepender, e reviver,
mas sem deixar de viver o que convém.
Sem precisar as palavras e as ações de qualquer dia,
de qualquer hora, de qualquer mês.

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