Vou aderindo todas as linguagens que posso ser.
Agarrando-me na ciência humana que desnuda os códigos
que parecem indecifráveis no meu reflexo.
Sem saber se devo usar a área exata,
tento preencher o espaço do meu incognatário;
esquadrinhando-me,
medindo e desmedindo-me.
Numa procura interminável da minha faceta inusitada,
inerente a minha percepção de saber.
muito bom, rsrs, poetizou esse lance mecânico de uma bela maneira, rs
ResponderExcluirbons dias
Cada dia eu fico mais certa de que há poesia em tudo.
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