Andei lendo o comum. Ele me disse que a criação do novo é como uma pedra rara e que tudo que é produzido é baseado e estabelecido por um conchavo dele. Ele também me explicou que nem sempre o que parece novo é deveras, e nas entrelinhas comentou que isso não é uma frase feita e que a teoria é aplicada à diversos outros temas, inclusive ele. No rodapé, retratou que ele ainda renova a sabedoria e complementa-a, mesmo que poucos intepretem dessa forma; pois, a evidência do que seria constante não é tão evidente quanto parecia.
Nada de novo se cria, mas o velho está em constante transformação.
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