23.1.10

Naturalizando as coisas.

Toda a "justiça" da natureza não abrange o meu consentimento de percepção dela ser igualitária. O uso de suas trações gravitacionais não torna favorável o meu entendimento.
Se a força que uma maçã exerce na Terra é igual a força que a Terra exerce nela, isso torna-se diferente conosco por não sermos como , ao nosso ver, "seres inanimados" como a maçã ?  Isso não parece acontecer com as pessoas já que não há como usar de tanta força com a natureza, tanto quanto ela nos é capaz.
Se a reação de uma ação tem que ter a mesma intensidade da ação, a reação que os seres humanos recebem seria o preço de esses acharem ser ideologicamente superior aos demais seres? Se tal teoria ideológica fosse confirmada, não haveria sentido; porque os que nada fazem em comparação aos outros são os que sofrem mais sob o aspecto de intensidade. Com a reflexão baseada no Haiti.
Outro pensamento relacionado a física/ filosofia natural é que a cada passo que damos empurramos a Terra para trás. Poderia tal ato ter acarretado, depois de milhares de anos, o surgimento da divisão dos espaços terrestres ? Se é assim, a reação que recebemos é totalmente cabível aos nossos atos e a justiça da antureza é sim igualitária.

- Tudo isso leva a crer que o grau da incerteza não importa se você tem um lado "viajante" dentro de si ao invés de ser um conformista sem imaginação e não faz nenhum mal ao mistério ao tentar desvenda-lo. Nada é baseado só em provas paupáveis. Triste é não ter a capacidade de imaginar nada do que é simples e, no entanto, complexo também. O que vale é ser como lhe convir, desde que não se esqueça da organização social e não afete o que não precisa ser afetado.

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